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Gostamos de campeões, não do esporte!

Essa afirmativa do título, de que gostamos de campeões e não do esporte, não é minha, e sim retirada de um texto que li hoje, escrito por Jorge Correa, no UOL (LINK) 

O texto, que fala sobre MMA, pergunta se estaríamos prontos para a possibilidade de a partir do próximo sábado não termos nenhum campeão no UFC, caso José Aldo (que é favorito) perca a luta para Chad Mendes.

A matéria vem falando da fórmula que o UFC usou para se popularizar. Pegando um campeão (no caso do Brasil, 4 campeões no MMA, Anderson Silva, Cigano, José Aldo e Barão) e fazendo um trabalho no país de imagem com esse campeão e ensinando as pessoas como funciona o MMA (trabalho em que ele cita as transmissões de TV e o programa The Ultimate fighter). Essa é a fórmula para a popularização do esporte.

Bom, a questão que ele levanta é se esse esporte sobreviverá em popularidade, se não tivermos os campeões. Essa questão só será respondida com o tempo, e, se o Brasil não tiver campeões (- Vamos, José Aldo!). O argumento ganha força ao dizer que a popularidade de esportes como a Fórmula 1 e o tênis, caiu no país, a partir do momento que não temos mais um Ayrton Senna ou Nelson Piquet ou um Guga, como campeões.

Vale lembrar que esse argumento não vale para os já aficcionados pelo esporte. Quem pratica tênis, vai sempre assistir tênis. E quem é envolvido com automobilismo vai sempre gostar de Fórmula 1. Quem joga poker e ama o esporte, não precisa de campeões para isso. Mas e as pessoas que não praticam esses esportes?

Estamos falando do restante da população, aquela que não é tão fã assim, mas que com os campeões, entra na onda, defende e torce. Palpita, posta fotos, vira fã. Quer tirar foto e começa a praticar e a gostar do esporte (ou pelo menos a assistir e divulgar, consumir, …).

O ponto desse argumento? O poker pode parecer para nós, que estamos dentro do esporte, extremamente popular. Mas a realidade, é que apesar de todo o crescimento, ele ainda é restrito a grupos. E o grande público não tem tanto interesse assim.

Basta ver que o Akkari, que é de longe o cara com maior número de seguidores em Twitter e Facebook ligado ao esporte, tem cerca de 40.000 seguidores. O segundo jogador de poker com mais seguidores no Twitter tem cerca de 16.000. E dai em diante todos com menos de 10.000.

Em outros esportes em que já tivemos campeões reconhecidos mundialmente, os números são diferentes. O Thiago Camilo na Stock Car tem 90 mil. O Xuxa Scherer por exemplo, tem mais de 280K. O Guga Kuerten 1 milhão. O Poker ainda não é popular para as massas.

Já falamos de diversas formas para massificar. Os programas de Tv ajudam, os livros ajudam, revistas, … todo um trabalho vem sendo feito para que o público comum enxergue o poker. Mas mesmo com um evento gigante como o BSOP rolando numa cidade com São Paulo, quem não curte poker não sabe que aquele evento está rolando ali.

A nossa grande oportunidade está aí. Logo ali. Ao alcance da mão. Das mãos do Foster. Em pouco mais de 20 dias teremos uma final que pode mudar a história do poker. O vídeo abaixo representa essa idéia. Parabéns ao Grupo Superpoker e ao próprio Foster pela concepção.

Pela teoria do UFC, é o que precisamos um campeão mundial, do Main Event do WSOP. Para se juntar aos outros campeões que já temos. Mas esse com 10 milhões na conta, e atenção da grande mídia. Um cara que vai representar o título não só aqui, mas para o mundo todo. Mundialmente conhecido.

Vou torcer muito. Torçam todos!

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